Ok, acho que tenho algo mais a dizer… e desta vez digo-o só para mim e não para os outros.
Eu amo-o.
Epá! Outra vez não, este súbita paixão que vem e volta, e não tem maneira de ir para nunca mais voltar. Menti-lhe no outro dia, disse-lhe que o esqueci, menti-lhe há muito tempo atrás, disse-lhe que o tinha esquecido. E por mentir tantas vezes sofro, no cúmulo da minha alma.
Isto é só um desabafo, um desabafo meu e de mais ninguém, não se precisam de preocupar em vir aqui comentar, eu não me importo mais com isso! Só quero saber dele e das palavras que escrevo.
Não, acho que não estou doente…
Desta vez é verdade, não falam as vozes que vivem dentro de mim, mas sim a pequena bailarina à muito esquecida.
Ele disse ai há tempos que mudei, eu sei que mudei, eu sei que esqueci a tal pequenina que dança. Ou se calhar não esqueci. Apenas foi ela que fugiu por tanto ter sofrido, e aí sim, ela perdeu-se dentro de mim, e eu, fiquei só e nunca mais a encontrei. Agora acho que as palavras saem confusas como neste texto. Saem remediadas, com feridas de guerra. Estas palavras saem envergonhadas… Mas no final não passam disso mesmo, palavras sem fundo, coisas ditas neste blog tão profundo. É o meu cérebro a trabalhar, e o meu coração a bater, mais nada além disso.
Eu amo-o.
Epá! Outra vez não, este súbita paixão que vem e volta, e não tem maneira de ir para nunca mais voltar. Menti-lhe no outro dia, disse-lhe que o esqueci, menti-lhe há muito tempo atrás, disse-lhe que o tinha esquecido. E por mentir tantas vezes sofro, no cúmulo da minha alma.
Isto é só um desabafo, um desabafo meu e de mais ninguém, não se precisam de preocupar em vir aqui comentar, eu não me importo mais com isso! Só quero saber dele e das palavras que escrevo.
Não, acho que não estou doente…
Desta vez é verdade, não falam as vozes que vivem dentro de mim, mas sim a pequena bailarina à muito esquecida.
Ele disse ai há tempos que mudei, eu sei que mudei, eu sei que esqueci a tal pequenina que dança. Ou se calhar não esqueci. Apenas foi ela que fugiu por tanto ter sofrido, e aí sim, ela perdeu-se dentro de mim, e eu, fiquei só e nunca mais a encontrei. Agora acho que as palavras saem confusas como neste texto. Saem remediadas, com feridas de guerra. Estas palavras saem envergonhadas… Mas no final não passam disso mesmo, palavras sem fundo, coisas ditas neste blog tão profundo. É o meu cérebro a trabalhar, e o meu coração a bater, mais nada além disso.
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